♪♫♪♫♪♫“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.” (Arthur Schopenhauer) ♪♫♪♫♪♫ “A música é a revelação superior a toda sabedoria e filosofia.” (Ludwig van Beethoven) ♪♫♪♫♪♫ “Onde há devotação à música, Deus está sempre por perto com sua presença generosa.” (Johann Sebastian Bach) ♪♫♪♫♪♫ “O objetivo e finalidade maior de toda música não deveria ser nenhum outro além da glória de Deus e a renovação da alma.” (Johann Sebastian Bach)♪♫♪♫♪♫ “A música é uma harmonia agradável pela honra de Deus e os deleites permissíveis da alma.” (Johann Sebastian Bach) ♪♫♪♫♪♫ “A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.” (Aristóteles) ♪♫♪♫♪♫ “Sem a música, a vida seria um erro.” (Friedrich Nietzsche) ♪♫♪♫♪♫ “A música é o remédio da alma triste.” (Walter Haddon) ♪♫♪♫♪♫ “A música é a linguagem dos espíritos.” (Khalil Gibran) ♪♫♪♫♪♫

29 de ago de 2015

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

Músico e compositor austríaco, foi uma criança prodígio, considerado um dos maiores nomes da música erudita e um dos compositores mais importantes da história da música clássica.Mozart, cujo nome de batismo era Johann Chrysostom Wolfgang Amadeus Mozart. Nasceu em Salzburg, na Áustria, no dia 27 de janeiro de 1756. Filho do músico Leopold Mozart e Anna Maria Perti, desde pequeno já demonstrava genialidade para a música. Com o estímulo e acompanhamento do pai, com apenas três anos de idade, já tocava piano e cravo, e aos cinco já compunha algumas peças musicais. Nessa época fez sua primeira aparição em uma récita de obras de Johann Eberlin, na Universidade de Salzburgo.

Em 1762, Junto com sua família, Mozart iniciou suas viagens pela Europa, onde se apresentou para muitas cortes europeias. Foi a Munique e Viena. Entre 1763 e 1766, se apresentou em vários centros musicais importantes da França, Inglaterra, Alemanha, Países Baixos e Suíça. Tocava também nos órgãos das igrejas onde passava a noite. Em Versalhes, se apresentou diante de Luís XV. Em Paris, seu pai publicou as primeiras obras escritas por Mozart, dois pares de sonatas para cravo e violino. Em Londres Mozart conheceu Bach, com que iniciou longa amizade. Em Haia, Wolfgang Amadeu Mozart caiu doente, passou dois meses para se recuperar de uma febre tifoide. A viagem foi lucrativa financeiramente, além de receber preciosos presentes, como relógios e anéis de ouro.

De volta a Salzburgo, dedicou-se aos estudos. Escreveu suas primeiras obras vocais para o palco, entre eles a comédia “Apollo et Hyacinthus”. Em 1767 a família iniciou uma nova viagem. Em Viena, Mozart é acometido de varíola, que lhe deixa marcas no rosto. Em janeiro de 1769 a família retorna para sua cidade natal. Nessa época escreve várias peças sacras e serenatas orquestrais. Em dezembro, junto com o pai, segue para a Itália. Esteve em Verona, Milão e Bolonha, onde foi testado pela filarmônica local e admitido como membro. Em Roma, foi recebido pelo Papa, que lhe concedeu a Ordem da Espora de Ouro, no grau de cavaleiro. A viagem só terminou em 1771.

Em Julho de 1772, com 16 anos, Mozart foi admitido como músico na corte de Salzburgo. Em meados de 1774 apresentou uma ópera em Munique “La Finta Giardiniera”, e compôs suas primeiras sonatas para piano. Em 1777, depois de pedir demissão da corte, passa a viver em Viena, na Áustria, sobrevivendo de seus concertos, da publicação de suas obras e de aulas particulares. Em 1778 sua mãe falece. Em 1781, após encomenda, leva para Munique, a ópera “Idomeneo”, uma das mais notáveis de sua carreira.

Em 1782, mesmo sem a aprovação de seu pai, casa-se com Constanze Weber, com quem teve dois filhos. Os anos de 1781 até 1786 foram os mais produtivos de Mozart, várias óperas importantes foram compostas, entre elas, “O Rapto de Serralho” (1782), “As Bodas de Fígaro” (1786), sonatas para piano, músicas de câmara, em especial os seis quartetos de cordas dedicadas a Haydn, e diversos concertos para piano.

A partir de 1786, mesmo com o sucesso de suas obras, sua popularidade começou a declinar, Mozart começou a enfrentar problemas financeiros e de saúde. No ano de 1791 compôs suas últimas obras, entre elas, as óperas “A Flauta Mágica” e “A Clemência de Tito”, e a missa fúnebre "Requiem".

Faleceu em Viena, na Áustria, no dia 5 de dezembro de 1791, aos 35 anos, deixando mulher e dois filhos. O Compositor genial, morreu de uma doença desconhecida. Seu corpo foi velado na catedral de Viena, sem nenhuma pompa, e sepultado em cova anônima no cemitério da Igreja de São Marx.